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O conto brasileiro do século 21

No último Rascunho [1] (Edição 121, Maio de 2010), foi publicado um ensaio de Rinaldo de Fernandes [2] sobre “O conto brasileiro do século 21 [3]“. Como dia desses colei aqui o decálogo do Quiroga [4] e sua refutação [5], chamando atenção para esse gênero literário, então que tal essa divisão em 5 vertentes proposta pelo escritor, antologista e professor da UFPB:

1) a da violência ou brutalidade no espaço público e urbano;
2) a das relações privadas, na família ou no trabalho, em que aparecem indivíduos com valores degradados, com perversões e não raro em situações também de extrema violência, física ou psicológica;
3) a das narrativas fantásticas, na melhor tradição do realismo fantástico hispano-americano, às quais se podem juntar as de ficção científica e as de teor místico/macabro;
4) a dos relatos rurais, ainda em diálogo com a tradição regionalista;
5) a das obras metaficcionais ou de inspiração pós-moderna.

Para compreendê-la bem, e como o autor chega a essa conclusão, leia todo o ensaio, que também foi publicado no site do jornal [3].